DIEGO REVOLLO ARQUITETURA S/S LTDA.

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Real Parque Loft

Real  Parque Loft

O Loft, de 105 m², está localizado na zona sul de São Paulo, em um bairro tradicionalmente residencial, com construções datadas da década de 80 e 90. Por essa razão optamos por iniciar o projeto pela tradicional compartimentalização do apartamento em inúmeras divisões adaptadas a cada ambiente.

O principal desafio foi de abrir os espaços e criar uma sensação de amplitude que conciliasse as limitações estruturais já existentes aos novos ambientes. Sendo assim, o proprietário, um jovem empresário recentemente casado, se dispôs a mudanças profundas e logo se sentiu atraído às características espaciais do Loft, assim como também à estética contemporânea comum a esses casos.

A idéia de uma “caixa” revestida em cimento queimado em todas as superfícies, do piso ao teto e às paredes, traria um aspecto contemporâneo e clean ao projeto. Um cuidado particular foi considerado na escolha de tons de cinzas que fossem o mais próximo do tom do cimento natural, o que seria moderno, porém não tão frio. Nos banheiros usamos o revestimento em Limestone Oasis Blue em um tom similar ao cimento queimado, utilizado apenas como uma alternativa ao cimento queimado, por ser mais apropriado na aplicação em louças e cubas esculpidas.   

Um resultado muito moderno e frio não agradaria o cliente, devido a sua  preferência por um estilo mais confortável e quente, o que levou o escritório a sugerir uma conciliação entre o cimento queimado e uma madeira natural em um tom castanho avermelhado, que pudesse “aquecer”  e enriquecer o ambiente, de um ponto de vista estético. Em alguns ambientes , assim como o hall de entrada, o assento da sala de jantar e o banco da varanda, utilizamos a madeira Cumaru, uma madeira maciça brasileira de alta resistência. Nos locais onde o uso de madeira maciça não era viável, devido ao peso ou pelas suas características naturais, optamos pela madeira Pau Ferro, uma madeira com muita personalidade e com um design semelhante ao Jacarandá, uma das principais madeiras utilizadas na produção de móveis brasileiros nas décadas de 50 e 60.

A escolha do mobiliário e design de interiores prosseguiu com a priorização de toques confortáveis e quentes, contrariando sempre à frieza da “caixa” de cimento queimado. Optamos, então, por tecidos como o linho natural ou o couro envelhecido.  O resultado final é um loft sem excessos, espaçoso e extremamente prazeroso de se viver.

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