Peter Boos

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Coleção I: Escadas

Este não é um projeto, e sim uma coleção de imagens para nos ajudar (a você navegador da plataforma Homify e a mim que lhe escreve) a ilustrar com referências externas os artigos que crio dentro da plataforma.

Nessa primeira coleção você vê o apanhado de um material sobre escadas, para ilustrar o artigo Arquitetura, escadas e Santos Dumont: sobre a arte de elevar. Clique no link para conferir! Abraço.

  • A cenografia de Svoboda e suas escadarias:   por Peter Boos

    A cenografia de Svoboda e suas escadarias

    O cenógrafo Josef Svoboda é mundialmente famoso pela criação da Laterna Magika, que combinava dança, cinema e teatro sem palavras. O projeto foi apresentado na Expo 58 de Bruxelas e depois levado para a República Tcheca, país de Svoboda, onde ele implementou junto com o Teatro Nacional de Praga uma nova cena experimental. Em várias de suas cenografias estão presentes as escadarias. Na imagem, você vê o trabalho criado para um espetáculo não identificado.
    Sua cenografia, que ganhou proporções épicas, é marcante pelos efeitos de luz e volumes e pode certamente inspirar projetos para criação de ambientes.

  • O pai da aviação e sua escada um tanto diferente: Corredor, vestíbulo e escadas  por Peter Boos

    O pai da aviação e sua escada um tanto diferente

    As escadas de Santos Dumont têm uma presença constante na minha experiência como observador de construções. Meu pai, arquiteto louco, criador autônomo de suas próprias casas (às vezes com resultados um pouco inesperados), sempre foi adepto delas. Em sua empresa de Ecoturismo Náutico, no Espírito Santo, a escada que levava ao segundo pavimento era uma escada de Santos Dumont. Meu tio Andréas Boos, grande desenhista, também lançou mão do modelo em dois ambientes de sua pousada e ainda quando lhe solicitei que ajudasse na construção de uma escada para a cabine de operação de som e luz do Teatro Serrador, no Rio de Janeiro. Como o espaço era reduzidíssimo, a solução, claro, foi ela. Sempre ela.

    O resultado é realmente simples e bonito. Em geral é uma escada rústica, inteligente, e dependendo do seu grau de inclinação, desafiadora. A foto que você vê acima foi retirada pelo meu tio mesmo, ontem, em resposta à minha solicitação. Uma foto sem grandes sofisticações mas que revela o detalhe do corte dos degraus, o que permite a sua inclinação mais próxima do ângulo reto sem que se bata o joelho no degrau de cima. Tio, obrigado pela foto. Espero que você, leitor, também goste.

  • Uma seleção de escadas de tirar o fôlego:   por Peter Boos

    Uma seleção de escadas de tirar o fôlego

    Sei que há alguns anos dei de presente para a arquiteta carioca Monika Schlegel, querida mãe de um amigo meu, um livro que quando vi exposto na livraria me chamou muita atenção. Era um apanhado formidável de fotografias de escadas de todas as formas, cores e sabores. Namorei o livro por alguns dias, antes de presenteá-lo. Mas a verdade é que não me lembro o título nem o autor. 
    Procurei por ele no catálogo da mesma livraria em que o comprei, e dentre as poucas publicações sobre escadas que encontrei, está a publicação da fotógrafa Patrícia Cardoso intitulada “Arquitetura pelas Escadas”, da Editora Estação Liberdade, São Paulo, 2009.  Não duvido que seja o próprio.

  • Escada para perder quilos: Corredor, vestíbulo e escadas  por Peter Boos

    Escada para perder quilos

    Fora de forma ou não, cinco lances de escada sempre são alguma coisa. Ainda mais trazendo compras do supermercado. 

    Essa é a escada que tenho que subir (e descer) algumas vezes por dia, no prédio onde moro. É uma daquelas escadas bem tradicionais, de prédios antigos… Alemã, mesmo. Apesar de estar um pouquinho desgastada pelo tempo e pelo uso das muitas pessoas que imagino terem passado por aqui, ainda é um belo modelo.

  • As famosas escadas de Escher: Arte  por Peter Boos

    As famosas escadas de Escher

    O artista gráfico holandês M. C. Escher criou xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints) que tendem a representar construções impossíveis. Com preenchimento regular do plano, explorações do infinito e metamorfoses de padrões geométricos entrecruzados que se transformam em formas completamente diferentes, ele é quase sempre capaz de gerar grandes efeitos de ilusão de ótica.

    Suas escadas parecem retratos de um mundo confuso, em que não se sabe de onde vem nem para onde vai. Qualquer semelhança com o nosso não é mera coincidência. 

    Já que muitas dessas obras ganharam grande notoriedade, não seria o tipo de obra mais indicada para colocar ampliada em uma sala de estar, a não ser que você seja um grande admirador. Mas não deixa de ser uma excelente obra para ser exposta em salas de espera, por exemplo. A página de internet oficial de Escher vale a consulta. É um lindo passeio.

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