Luiza Soares – Paisagismo

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CASA COR MINAS 2014

Projeto Colaborativo por: Gabriel Castro Arquiteto, Ateliê de Cerâmica Flávia Soares e Luiza Soares Paisagismo

Sertão e a Caatinga inspiram jardim contemporâneo na 20ª Casa Cor Minas Gerais

O Ateliê de cerâmica Flávia Soares, de Contagem, estreia na Casa Cor Minas Gerais desse ano, ao lado do arquiteto parceiro Gabriel Castro. Juntos, eles projetaram uma instalação para um dos halls do evento, inteiramente composta por peças de cerâmica produzidas especialmente para o projeto nomeado Jardim do Sertão. O resultado é uma incrível composição de vasos, cachepôs suspensos e luminárias pendentes que tem chamado a atenção dos visitantes.

O projeto faz referência ao semiárido brasileiro, em especial a caatinga, destacando a importância, riqueza e biodiversidade desse bioma ainda pouco valorizado e, por isso, muito afetado pelo desmatamento e processo de desertificação. Há ainda o destaque para a cerâmica como objeto de produção artesanal e familiar, como fator de grande importância estética e econômica das regiões do nordeste brasileiro.

O tema é explorado através da linguagem da cerâmica e suas metamorfoses, material que assume numerosos aspectos, formatos e funções no ambiente, ao mesmo tempo em que acolhe exemplares de vegetais cactáceos, compondo um jardim que destaca a diversidade da flora característica do semiárido brasileiro. Em suas formas, as peças de cerâmica sugerem o escoar de gotas a partir de pendentes iluminados que, em queda, transformam-se em cachepôs suspensos e vasos de onde brotam as plantas.

A cerâmica foi utilizada com dois tipos de acabamento, o aspecto natural e o vidrado cerâmico pigmentado de amarelo. Dentre as peças, há aquelas produzidas em torno e também as produzidas à mão, utilizando as mesmas técnicas de modelagem das tradicionais paneleiras.

Todas as peças são originais e foram produzidas com exclusividade para o projeto. A ceramista Flávia Soares explica: “A cerâmica produzida em pequena escala e de forma artesanal valoriza a produção e o consumo conscientes e fortalece a economia regional, tornando-se uma alternativa original aos produtos massificados que, muitas vezes, estão relacionados à práticas nocivas à sociedade e ao planeta.”

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