Designers de interiores e decoradores - Jundiai: Encontre os profissionais ideais | homify
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15215 Designers de interiores e decoradores em Jundiai

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Designers de interiores e decoradores em Jundiaí

Jundiaí é uma importante e populosa cidade do interior paulista, com excelente qualidade de vida e conhecida especialmente por sua produção agropecuária, que inspira festas como a da uva e a do morango e rotas de turismo rural, uma da quais se destina à visitação de adegas. Apesar de ser uma cidade com uma economia bem variada que inclui indústria, tecnologia e logística, a maior parte da sua área é rural, na qual domina a Serra do Japi.

Uma das maiores áreas preservadas e contínuas da Mata Atlântica, a Serra do Japi é chamada de Castelo das Águas devido à sua riqueza hídrica, a qual inclui o rio Jundiaí, o principal da reserva ambiental e que dá o nome à cidade. Tombada em 1983 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e mais tarde regulamentada como reserva biológica, a Serra do Japi foi declarada em 1992 reserva da biosfera da Mata Atlântica pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Os passeios são beneficiados pelo clima agradável de Jundiaí, cidade localizada a uma altitude média de 726 metros com temperatura média anual de 18 °C. Se, por um lado, os verões quentes e chuvosos podem estimular a vida ao ar livre, os invernos amenos e secos, por outro, podem favorecer também as reuniões em ambientes fechados e aconchegantes. Nesse caso, designers de interiores e decoradores podem ajudar a criar ambientes internos bonitos e agradáveis nos mais variados estilos, sendo que a vida rural – que se entrelaça continuamente com a vida urbana de Jundiaí – pode inspirar estilos como o campestre, o rústico e o colonial. 

Diferença entre o designer de interiores e o decorador 

O decorador e o designer de interiores têm em comum o fato de se dedicarem apenas a projetos para os ambientes internos de uma casa ou apartamento. No entanto, ao contrário do arquiteto, nenhum deles pode realizar intervenção estrutural em um imóvel.

Quanto às diferenças, o decorador geralmente faz cursos técnicos na área ou obtém a formação necessária como autodidata, com ênfase na dimensão artística e estética, enquanto o designer de interiores tem uma formação tanto artística e estética quanto técnica, de modo a realizar projetos que visem a aperfeiçoar aspectos como a acústica ou a ergonomia, que concorrem para uma maior qualidade de vida.

É bastante comum que arquitetos complementem sua formação em cursos de decoração e/ou design de interiores, atuando também nessas áreas.

Quando escolher cada um desses profissionais

O decorador é o profissional mais adequado quando se quer sugestões estéticas e artísticas para a decoração, como cores, materiais, acabamentos e revestimentos, disposição de móveis, composição de quadros e objetos, entre outros aspectos. Esse projeto parte sempre do levantamento da personalidade, dos desejos e das necessidades do cliente.

Por sua vez, o designer de interiores, com formação ao mesmo tempo estética, artística e técnica,  é indica quando se quer complementar o projeto arquitetônico com uma dinâmica dos ambientes internos em que estão envolvidos fatores como acústica, iluminação, ergonomia e temperatura, por exemplo, de modo a promover a qualidade de vida nos interiores de um imóvel.

Quais os custos de contratação desses profissionais em Jundiaí e como encontrá-los

Os custos desses profissionais são determinados pelos mesmos fatores, seja em Jundiaí ou outra cidade brasileira. Esses fatores incluem tamanho, complexidade e especificações do projeto, assim como a reputação do profissional. 

É comum o decorador receber por projeto, com o pagamento de um percentual no início da execução e o resto no final dela. Já o designer de interiores, de acordo com a Associação Brasileira de Designers de Interiores (ABD), cria e administra projetos, cujos valores são determinados pelo tamanho da obra em metros quadrados, do tipo (residencial ou comercial) e do número de desenhos a serem feitos, entre outros critérios. Além disso, cobram-se taxa de administração (entre 10% e 15% sobre o gasto na obra) e taxa relativa à hora de visita ao local.

Para encontrar qualquer um desses profissionais, a busca pode começar pelo diretório da homify, que tem filtro de cidades. Também pode-se pedir recomendações a familiares, amigos e conhecidos ou, ainda, no caso de designers de interiores, consultar o diretório do site da ABD.

Alguns estilos de decoração que Jundiaí pode inspirar

Embora seja uma cidade com uma economia diversificada e moderna, Jundiaí é muito conhecida pela sua produção agropecuária, que inspira rotas turísticas rurais e festas como a Festa da Uva e a Expo Vinho. A memória dos imigrantes italianos que há mais de um século atravessaram o oceano para cultivar seus campos também é lembrada em uma festa típica com duração de oito dias que atrai mais de 100 mil pessoas de várias cidades e de outros estados.

A vida rural e seus modos de vida são marcantes em um município em que 320 km2 dos seus 432 km2 de extensão estão em área rural (dos quais 228,6 km2 destinam-se ao cultivo), na qual se encontram 796 imóveis rurais (Cadastro Ambiente Rural do Governo Federal, 2017). Assim, pode ser uma ideia simpática considerar estilos relacionados ao campo na hora de encomendar um projeto de decoração ou de design de interiores, seja como estilo dominante ou apenas perceptível em pequenos detalhes.

O primeiro deles é, obviamente, o campestre. Nele, os ambientes devem ser aconchegantes e transmitir claramente a sensação de aconchego. Entre as cores utilizadas estão cores quentes como laranja e vermelho, assim como tons terrosos como o marrom ou tons de verde que remetem à natureza. Os espaços para refeições costumam ser amplos e lareiras bem cuidadas podem estar presentes em salas e quartos, onde mantas quentes estão sempre disponíveis.

A madeira, em especial a escura, é muito utilizada em estruturas expostas como vigas e forros, assim como em móveis como uma grande mesa central na sala de jantar. Outros móveis que compõem o estilo são as poltronas confortáveis em cantinhos acolhedores para ler e relaxar ou, então, uma cadeira de balanço em espaços com luminárias em cores quentes. Tapetes coloridos e papel de parede floral também podem unificar os espaços.

Já o estilo rústico também tem seu charme, com suas formas naturais e acabamentos imperfeitos que remetem ao campo, como as mesas feitas de tronco de árvores – que podem fazer uma parceria linda e inusitada em ambientes modernos em que o vidro domina em largas janelas, vasos e peças decorativas. Para quem quer seguir o estilo à risca, o ideal é investir em muita madeira em estruturas como vigas aparentes ou paredes revestidas e móveis artesanais e/ou antigos, cheios de histórias, como camas, guarda-roupas, cômodas, baús e mesas de grandes dimensões, além de prateleiras abertas, cadeiras de balanço e sofás confortáveis cobertos com mantas e almofadas.

Também vale a pena o investimento em materiais naturais como pedra, argila, couro, cimento e metal não polido, além de flores do campo para dar um toque de frescor e natureza. A paleta de cores do estilo rústico inclui os tons de terra e os tons pastel muito claros, com pontos de cor mais fortes em têxteis com padrões variados como xadrez e floral e diferentes texturas como o algodão e a chita, além do encanto do patchwork.

Os tapetes com modelos simples em algodão, sargaço ou fibra de coco ficam igualmente perfeitos na decoração rústica, assim como as cortinas leves e simples em tons claros e discretos. Já a cozinha, um ambiente essencial no estilo rústico, fica mais aconchegante e informal com a exposição de objetos cotidianos como louça antiga, jarras de vidro, objetos de cobre, colheres de pau, latas, cestas de vime e palha, entre outras peças artesanais.   

Por fim, uma bonita opção na decoração pode ser o estilo colonial, que nasceu da mistura, durante a época da expansão marítima europeia, da sofisticação e do conforto das casas dos países colonizadores com elementos mais rústicos das culturas de países colonizados. Nessa decoração, a aparência rústica dos ambientes com a introdução de materiais locais se une à preocupação aos detalhes, à simplicidade e ao aconchego. Móveis de madeira em pouca quantidade (só a necessária), lustres de cristal, rendas portuguesas em peças como almofadas em tons suaves e com desenhos florais, cortinas estampadas, poltronas convidativas, porcelana chinesa ou com estampas florais, cálices e peças antigas, como cristaleiras, mesas de escritório e aparadores, são todos elementos que podem compor um ambiente em estilo colonial. Se a inspiração colonial for holandesa, os destaques estão nas ornamentações, no clima dramático e nos tons escuros, além de ladrilhos pintados à mão no revestimento de paredes e quadros antigos com representações de familiares ou cenas da vida cotidiana.

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