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TBS Arquitetura a entrevista que vai gostar de ler!

Rita Paião – Homify Rita Paião – Homify
Design de Interiores por TBS Arquitetura Moderno
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Desejoso de mudar a sua casa? Ou fazer de raiz o projeto da casa dos seus sonhos? Em São Paulo, a TBS Arquitetura pode ajudá-lo.

Fique a conhecer mais a cara por detrás do atelier – o arquitecto Tiago Brandão.

Venha daí!

O que impulsiona a sua paixão pela arquitetura? O que a fez decidir entrar neste setor?

A arquitetura surgiu como uma influência de família na infância, venho de uma família que tem engenheiros civis por parte de pai e mãe e acho que isso ajudou muito na minha escolha.



Descreva um dia típico no escritório.

O escritório funciona como um ateliê, as demandas de projeto chegam até nós ou nós fazemos a prospecção. Fazemos as propostas e os projetos sempre com a premissa de que cada projeto é único.



Qual é o aspecto mais frustrante do seu trabalho? Qual é o aspecto mais agradável?

É frustrante ver que algumas questões podem ser resolvidas com mais empenho, muitas soluções podem ajudar uma família ou uma comunidade quando colocamos alguns conceitos dentro de nosso trabalho, a empatia a serviço do próximo deve ser levada em consideração.

É muito gratificante ver que seu trabalho ajuda alguém, ou uma comunidade, a dar um próximo passo para uma vida melhor.



Qual a recomendação para quem ambiciona trabalhar na área?

A arquitetura acontece fora do papel, faça parte da cidade conheça as pessoas e tente absorver o que elas têm para passar. A sinergia tem um papel muito importante na arquitetura.


O que seus clientes podem esperar ao trabalhar com você?

No geral o cliente sempre fica divido entre custo e sonho. É nosso papel falar para ele que o sonho dele é possível com o custo que ele pode arcar, para isso o arquiteto tem que fazer uma junção entre técnica, estética e entender as necessidades socioeconômicas do cliente.



Tem algum tipo de regra que utiliza no desenvolvimento dos seus trabalhos?

Tudo é possível, desde que você tenha empenho e capacidade de entender os processos para viabilizar qualquer coisa.  



Existe algum toque especial que seja característico em todos os seus trabalhos?

A proximidade com os clientes e os parceiros que vão realizar o trabalho. A ideia do se abrir um ateliê é exatamente essa de dar um toque especial ao trabalho, e entender que a contribuição de ideias pode vir de todos os lugares. O Brasil tem uma escola de arquitetura e construção civil autêntica com expoente em todos setores que geram para os arquitetos a oportunidade de responder questões complexas como atender uma demanda que muitos julgam impossíveis de realizar. No nosso caso, nos valemos de poder absorver e criar através dessa sinergia.



Com recursos e orçamento ilimitados, qual seria o seu projeto de sonho?

Com recursos e orçamentos limitados, já estamos realizando um projeto fantástico. Nos foi encomendado um projeto para extensão de atividades de uma escola pública. Esse projeto deve atender as necessidades apontadas no diagnóstico do projeto técnico social elaborado pelos professores, alunos e a comunidade que circunda a escola.

A proposta desse trabalho é desenvolver uma edificação que possibilite ampliar o papel da escola na formação do aluno e entregar para a comunidade uma área pública que seja um polo de lazer e cultura. 


Quais as suas principais preocupações como arquiteto?

Acho que hoje a arquitetura está voltando a ser algo que quer compor com o mundo. O arquiteto está preocupado em atuar nas questões sociais como: aquecimento global, trabalhar resíduos, reciclagem, eficiência energética, gerar espaços de qualidades para todos e tornar os ambientes mais plurais. Um pouco diferente do que vinha acontecendo no passado onde era importante para o arquiteto deixar sua marca principalmente com apelo estético a qualquer preço. Acho que voltar a essa mentalidade seria um retrocesso. 



Como consegue adaptar-se às mudanças no sector? (nesta questão pode falar na adaptação do seu trabalho com a situação do covid-19, se está a proceder a reuniões online, ou outras ferramentas).

A situação da COVID-19 pegou todo mundo de surpresa, a adaptação do trabalho foi principalmente quanto aos levantamentos cadastrais e como fazê-lo seguindo as orientações de distanciamento social e utilizando os EPI recomendados para evitar a proliferação ou contágio da doença.

Outro aspecto foi a intensificação do home office e o uso de tecnologia nas operações. Os processos que envolvem o uso maciço de tecnologia já haviam sidos empregados a algum tempo no escritório. Um exemplo claro foi a casa que realizamos antes de se configurar o quadro de pandemia. 

A casa foi feita desde o início tendo apenas uma reunião presencial. Toda a parte técnica foi realizada em computador e repassada eletronicamente. Todos as outras reuniões (que são muitas quando você realiza um projeto) aconteciam através do uso de computador ou celular e não vimos comprometimento no processo de desenvolvimento do projeto ou da construção, aliás vimos até que algumas decisões tiveram resultados mais rápido com o auxílio da tecnologia de comunicação, como a especificação de alguns detalhes construtivos que necessitavam de alguma orientação maior ou até mesmo revisão. 



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