A casa cubo: paraíso para morar!

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Na natureza nada se destrói, tudo apenas sofre transformações. Assim é com a energia e igualmente com os edifícios. E muitas vezes a maior graça está em justamente aplicar a arte de transformar. 

Desta forma, através da arquitetura bem planejada, antigos edifícios se transformam em arquiteturas completamente diferentes e inesperadas em relação a quando foram originalmente criadas. É o caso deste projeto surpreendente e original, que nos transporta diretamente para a França. 

A ideia era reformar uma casa velha da década de trinta e mesclar um volume pequeno anexo e mais moderno. Mas os profissionais responsáveis foram além! A concepção deste trabalho, um cubo de madeira onde o espaço estende-se verticalmente, atingiu interiores com a mais agradável atmosfera, além de uma fachada unica e impressionante. Vamos descobrir este projeto francês da Sarl Bourillet Architecte!

Vista do exterior

A extensão da casa foi concebida como um cubo de madeira sobre o jardim, um espaço cheio de paz e banhado em todas as horas de luz solar. Talvez por isso surpreendeu com sua solidez permeável, tendo sua fachada coberta de ripas de madeira. Elas são formadas, como veremos em detalhes na foto a seguir, por venezianas que não a deixam completamente transparente, uma vez que a casa possui superfícies compostas em vidro.

Além disso, o acesso ao espaço serve como um pequeno terraço pavimentado, criando uma continuidade que liga interiores e exteriores, o que também embeleza a fachada da casa.

Detalhes em madeira

Observamos agora o detalhe da fachada envidraçada e suas venezianas de madeira. Uma boa maneira de preservar a privacidade do interior, mas ao mesmo tempo oferecendo luz em abundância e boas visuais do jardim. As persianas também têm um sistema de polias e contrapesos que podem levantar os painéis de fachada inteiros e abrir este acolhedor cubo de madeira para o fantástico jardim.

Luz filtrada

Agora é hora de vermos o interior e assistirmos o jogo de luzes filtradas, que estabelecem uma deliciosa sensação de se estar abaixo de uma árvore frondosa. Aqui, podemos ver como as persianas preservam a privacidade mas permitem a entrada de luz que ilumina totalmente o ambiente. Vemos como as cortinas de madeira também revestem os interiores em torno das janelas da fachada, dando ao espaço um ar quente e equilibrado.

Integração e movimento

Girando 180 graus, descobrimos o outro lado da casa. Aqui, o espaço social foi definido de forma clara e abrangente. Alguns elementos arquitetônicos foram criados de tal forma que ligam os espaços e organizam-no em planos diferentes.Temos, então, uma cozinha na área rebaixada do piso, a sala de estar em um patamar um pouco mais alto e a sala de jantar no nível do jardim. E para as áreas privativas, um jogo de escadas que nos permite subir além do pé direito duplo. 

A madeira, como foi o caso da fachada, continua a ser um elemento-chave da casa, ocupando pisos, painéis, corrimões e escadas, proporcionando assim o seu toque quente e acolhedor. E no fundo, vislumbramos a fachada da antiga casa que se conecta a ela.

Detalhe da cozinha

Continuamos a ver os detalhes que levam ao antigo edifício e a forma como eles se conectam com a nova abordagem do edifício. Muito leve, a parede de tijolos que se integra perfeitamente com a madeira do novo espaço. Em vez de destruí-lo, este muro da antiga casa foi utilizado para marcar os diferentes ambientes e plantas. Além disso, a parede dá um toque urbano e industrial para a sala principal. E mesmo aproveitando-se essa textura, foi incorporada madeira nos móveis da cozinha para agraciar e renovar o ambiente.

Mezanino

A partir daqui, podemos ver o jogo de espaços, que sobem verticalmente sem deixar de se comunicar em nenhum momento. Este piso intermédio do espaço principal se abre e continua, uma vez que nos direciona a subir por uma escada de madeira que parece flutuar no espaço.

Um olhar para cima

A escada de madeira nos levou a um estúdio no topo da casa, criado a partir de uma estrutura de mezanino. Esta parte não está mais conectada com o salão principal, mas permanece aberta ao ambiente intermediário que vimos anteriormente. Aqui foi introduzido o branco, pintando-se as vigas que compõem sua estrutura. A cobertura nos lembra o estilo de loft e nos surpreende comunicando-se com o prédio ao lado: a casa da década de 30 a qual foi anexada esta incrível expansão.

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